segunda-feira, 4 de março de 2013

Sessão de cinema acessível exibe filme “Colegas” no Palácio dos Bandeirantes


O filme será exibido às 19h, na próxima terça, 05. O evento conta com a presença do elenco e do governador

No mês dedicado as pessoas com síndrome de down (Dia Internacional da Síndrome de Down - 21 de março), as Secretarias de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Cultura promovem uma sessão de cinema, com amplos recursos de acessibilidade, do premiado filme “Colegas”, protagonizado por atores com síndrome de Down, que estarão presentes na seção de cinema.   
A exibição será na próxima terça-feira, 05 de março, às 19h, no Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo do Estado de São Paulo. 
Trata-se de um momento em que a atenção às pessoas com deficiência intelectual é destaque. A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e mais 8 Secretarias de Estado publicaram consulta pública para participação da sociedade no Programa Estadual de Atendimento à Pessoa com Deficiência Intelectual. As contribuições da sociedade podem ser recebidas até o dia 24 de março. 
A exibição do filme conta com recursos de acessibilidade, como estenotipia (legenda simultânea), audiodescrição e intérprete de Libras, para permitir ampla participação de plateia com e sem deficiência. Após o filme haverá um debate entre as autoridades, o elenco do filme, diretores, produtores e expectadores. 
Todos estão convidados.

Colegas 
Filme de Marcelo Galvão, conta a história de três amigos inseparáveis, Stallone (Ariel Goldenberg), Aninha (Rita Pook) e Márcio (Breno Viola) que vivem em um instituto para pessoas com síndrome de Down.
Surge a ideia de saírem dali para realização de seus sonhos. Inspirados por filmes que assistiam na videoteca da instituição, eles pegam “emprestado” o carro do jardineiro (Lima Duarte) e partem em busca de diversão e aventuras.

Prêmios 
O filme acaba de ser lançado e já recebeu inúmeros prêmios. Ganhou o prêmio de público do 27º Festival del Cinema Latino Americano di Trieste, na Itália. Foi escolhido o melhor filme nacional pelos jurados do 40º Festival de Cinema de Gramado.
Neste Festival, Colegas levou também: direção de arte e especial do júri – este último para os três protagonistas Ariel Goldenberg, Rita Pokk e Breno Viola.
Venceu também o prêmio de Melhor Filme Brasileiro e do troféu Juventude, ambos eleitos pelo público na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Vem Sean Penn, Vem 
Ariel Goldenberg, protagonista do filme Colegas, iniciou sua carreira de ator sob inspiração do astro norte americano Sean Penn. Seu grande sonho é conhecê-lo pessoalmente, que ele viesse prestigiar seu filme.
Com apoio de atores conhecidos e pessoas sensíveis, produziu e estrelou uma campanha em vídeo pela rede digital.
A repercussão nas redes sociais alcançou os primeiros lugares de visualização no mundo. Se a mensagem chegou ou não a Sean Penn passou a ser secundário, pois a citação do filme “Colegas” percorreu o mundo.
  
SERVIÇO
Exibição de seção gratuita do filme "Colegas", com recursos de audiodescrição e estenotipia (legenda eletrônica simultânea)
Realização: Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e Secretaria de Estado da Cultura
Data: 5 de março de 2013
Horário: às 19h -  recomenda-se chegar meia hora antes.
Local: Palácio dos Bandeirantes
Endereço: Avenida Morumbi, 4.500.
PARTICIPE!!! 

Fonte: http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?id=1131

DEPOIMENTO DE UMA VÍTIMA DA POLIOMIELITE NA ARGENTINA


Era 1949. Aos 9 meses da minha vida (eu nasci em 1948/11/26), poliomielite comunidade virus chicotadas invade o corpo e eu sou uma das vítimas que se sentem em primeira mão, a inserção deste flagelo, que é a tempo pesadelo e perder cientistas e médicos do sono e os seres humanos como eu, que lutava para se manter vivo, ou mais sorte, sendo acamados ou severamente limitado em muitas partes diferentes do corpo.
Tudo era uma luta contra o tempo. Ele derramou sanatórios e hospitais, e tudo o que poderia ser útil deveria combater estava latente. A epidemia atingiu milhões de seres humanos em todo o mundo.
No meu caso particular, inicialmente foi internado no Hospital da Criança, na cidade de Buenos Aires e, em seguida, contando 13 anos de idade foi admitido no Instituto de Reabilitação ALPI (Associação de Crianças Poliomielite), que teve o apoio deste país e uma das senhoras da sociedade de Caridade de muitos países.
Naqueles anos, o professor da escola era mais uma mãe e minha em particular, que chamou Nidya Tagliero evocado com carinho e gratidão, fez o seu melhor para o meu estado de alma, mente e não pior físico e, em vez adquirir melhoria.
Estar em ALPI, grandes profissionais procedeu à reparação cirúrgica por seqüelas que ficaram na minha locomotiva mão, enquanto outros foram contratados para melhorar o meu humor para enfrentar o que a vida tem para mim.
Famílias inteiras estavam na estrada. Eles deixaram este mundo para este maldito ruim, muitos foram dizimados fisicamente e psicologicamente. A luta cientistas era a luz do mundo e, graças a Jonas Salk e Albert Sabin descobriu a vacina contra a poliomielite grande poupança.
Mas havia uma grande batalha, isto é, quando tudo deve voltar ao normal de vida têm mais dificuldades com luta outro paralelo com a doença. Essa luta foi contra a discriminação, contra grandes barreiras erguidas contra nós. Foi muito difícil encontrar trabalho hoje e isso não mudou substancialmente.Hoje eu tenho 63 anos e teve algum sucesso no meu caso como um ato de Deficiência eu trabalhava para uma empresa por 32 anos Mensagem. Como a minha casa, mas as dificuldades eram muitas, em todas as esferas da vida.
Com um grupo de pessoas com deficiência e suas famílias fundou um centro chamado CEDIL (Lobos Deficiência Center) e que o objetivo era a luta para as coisas que precisamos para ter uma vida melhor. Processos, documentos, certificados de deficiência, rampas em locais públicos e durante o meu mandato como presidente da instituição e em conjunto com a comissão de fundação é gerida para fazer a entrada na sala local Hospital de Reabilitação.
Vá meus agradecimentos especiais ao Rotary International e graças a esta organização bonito, através de esforços do Rotary Club de Lobos, teve lugar o equipamento nas graças de reabilitação dos quartos de contribuições de Rotary Clubs, uma de Vicente Lopez e um do Uruguai. Eles têm feito um trabalho magnífico no hospital local com sua doação valiosa de itens que foram necessários para reabilitar. Este quarto foi o único de seu tipo na área.
Insumió doação à Fundação Rotária do Rotary International é uma despesa elevada de dinheiro através de um Subsídio Equivalente e é por isso que as pessoas gostam de mim, nós estaremos sempre extremamente grato por esta instituição amado. Graças ao Rotary tem muletas, bengalas e Próteses e órteses outros itens para ajudar paralisia irreversível de nossos músculos.
Como alguém que sofreu de poliomielite, quero reconhecer o trabalho do Rotary International, sua Fundação e, especialmente, destacar o mérito de seu programa Pólio Plus, porque invalorablemente contribuiu para a humanidade na erradicação da doença dura. acrescenta sua imagem o maior centro comercial do mundo  e mudar o mundo!

texto traduzido pelo google
Fonte:http://www.endpolio.org/es/blog

O ATAQUE SILENCIOSO DA PÓLIO


Eu nasci em 1957, em uma cidade de Cádiz, Andaluzia. Meu pai trabalhou na construção civil e teve a sorte de viver em muitos lugares diferentes. Eu sou o quarto filho de uma família grande, muito comum naqueles dias. Ele estava em outra cidade e outra província, Málaga, onde em 1961 sofreu os efeitos devastadores de vírus da poliomielite. 
Até então popularmente dito "paralisia infantil", mesmo agora me lembro, na Andaluzia o chamou de "Paralis". Tenho muitas lembranças da época. Meus pais, por causa da idade, ter esquecido quase tudo bem. A mente tende a esquecer as más experiências. Eu ainda tenho memórias felizes, graças a minha família. Eu valorizo ​​muito por fazer-me um otimista, alegre e determinado a enfrentar com a vida. Mas, mesmo em meus sonhos eu lembrar de experiências e emoções, medos e sentimentos revoltantes. Eu tive que sacrificar muito do meu tempo de relaxamento em reabilitação. Com oito anos, porque ele sofreu muitas quedas lembrar que viajou para Madrid e eu fiz a minha "cinta" em primeiro lugar, e desde então tornou-se meu companheiro, rigidez e dureza que moldaram meu caráter. Quando cheguei em casa eu tirei e foi um grande alívio. Mas isso me impediu de sair e interagir com outras crianças. Com grande esforço Estudei um grau médio carreira naquele momento qualquer transporte público ou prédio era acessível. Meu trabalho da faculdade organizado com a babá. 32 anos atrás eu tenho um emprego estável, eu sacrifiquei muitos desejos profissionais, mas estou satisfeito com o que tenho conseguido. Eu tenho uma filha de 19 anos e um parceiro que também está sofrendo com a pólio. Por agora são a razão de eu sair da cama todos os dias, me enchem de alegria e esperança para avançar.

Há alguns anos que a minha condição física foi se deteriorando. 9 anos atrás eu comprei algumas muletas antes tinha usado somente após a minha operação artrodese de tornozelo, mas uma vez eu aprendi a andar de novo as folhas. Aos poucos, eles tornaram-se cada vez mais necessária para mim. Não foi até 2009 que sabia síndrome pós-pólio, meus sintomas físicos estavam me dizendo que algo estava acontecendo. Insônia, fadiga e insônia noites com dores nas costas, ombros, punhos, pernas se tornando homespun, fraco impossível sem bitutor.Quedas bobo, etc. Mas o que é mentalmente debilitado mim, eu me sinto um grande peso e ansiedade.Atualmente também, ocasionalmente, usar a cadeira de rodas. Dois anos atrás eu fui diagnosticado por um neurologista, depois de dois anos de testes e desplazándome provincial.
 Eu tenho o direito de saber. Para saber sobre como meu corpo depois de ser invadido por esta terrível vírus. Para saber se o que eu faço desde quando eu acordar eu ir para a cama é certo. Meu corpo é o melhor que já herdou nesta vida. E eu tenho dado a vida a outro ser. Mas eu sinto que estou sendo negado o direito de saber sobre o que está acontecendo no meu corpo. Em 2010 foi classificada como Síndrome Pós-Pólio nueromuscular e doenças degenerativas, mas os profissionais de saúde não sabem de nada ainda. O relógio está correndo e eu vejo que não é a meu favor.
 Agora eu sei que há muitos milhares de pessoas em Espanha e milhões no mundo que, como eu, não sabe nada. Alguns se recusam a admiti-lo, somos pequenos que devemos ter resignação incutiu. É por isso? Com a negação e ocultação nos impediu de ser assertivo. Sofrer uma doença silenciosa.
 Estatísticas são estes, ver os números do "caso" da mídia é doloroso. Os afetados são crianças que sabem que uma vez paralisado alguns de seus membros estarão sozinhos, muitas vezes abandonados ou rejeitados por uma sociedade que não é sensível à dor dos outros. Lutar pela vida sem a ajuda de cuidados de saúde, benefícios financeiros, em uma palavra, sem assistência social não é impossível e muitos vão sobreviver.
 Os sobreviventes, que ainda estamos aqui, precisamos investigar os efeitos do vírus no corpo, em tecnologias assistivas que facilitam a nossa mobilidade, e compensar com esforços de ação de saúde e social.
 Eu sou apenas uma causa. Todo dia eu descobrir por que as redes tantas pessoas sobreviventes da pólio, que fizeram grandes esforços para integrar e contribuir para a sociedade. Esse esforço tem que recompensar e servir as gerações futuras para mitigar seus efeitos.
 Participe da campanha, não deixe que uma única criança ou então ver a sua vida interrompida pelos efeitos do vírus da poliomielite.

texto traduzido pelo google

Fonte: http://www.endpolio.org/es/blog

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Condição de pessoa com deficiência poderá constar no documento


A informação na identidade terá prazo indeterminado, no caso de deficiência permanente, e prazo de dois anos, renovável por igual período, no caso de deficiência não permanente ou deficiência mental.
Poderá ser incluída na cédula de identidade, a pedido do titular, a condição de pessoa com deficiência. Projeto com esse objetivo foi apresentado pelo senador Gim Argello (PTB-DF)Site externo. e se encontra na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), onde tramita em caráter terminativo. As informações são da Agência Senado.
A informação na identidade terá prazo indeterminado, no caso de deficiência permanente, e prazo de dois anos, renovável por igual período, no caso de deficiência não permanente ou deficiência mental. No caso de reserva de vagas em concursos públicos e de recebimento de benefícios monetários ou tributários, a identidade não eximirá a pessoa de submeter-se a novos exames médicos, se assim for exigido, de modo específico, no edital do exame.
Na justificativa da proposta, Gim Argello afirma ser necessário buscar alternativas para solucionar os transtornos que as pessoas com deficiência enfrentam, frequentemente, para ter de apresentar atestados médicos atualizados a fim de comprovar o seu estado e, assim, obter os benefícios conferidos por lei.
"É necessário diminuir os esforços das pessoas com deficiência na busca de seus interesses e da realização dos valores sociais de respeito à dignidade humana e de diminuição das desigualdades sociais", destacou.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Pessoa com deficiência poderá ter isenção de pedágio



A senadora Ana Amélia (PP-RS) apresentou no final do ano passado um projeto de lei que isenta do pedágio em rodovias os carros dirigidos por pessoas com deficiência. Ela argumenta que o objetivo de sua proposta (PLS 452/2012) é fortalecer a integração social dessa parcela da população.
Ana Amélia lembra que o direito à integração das pessoas com deficiência está previsto no artigo 203 da Constituição e vem se consolidando por meio de iniciativas como a Lei 7.853/1989 e a Lei 10.098/2000.
A Lei 7.853 dispõe, entre outras medidas, sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social, sobre a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (Corde), institui a tutela jurisdicional de interesses coletivos ou difusos dessas pessoas e disciplina a atuação do Ministério Público. Já a Lei 10.098, entre outras providências, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.
É nesse contexto legal que se insere a iniciativa da senadora. Para permitir a isenção de pedágio para os motoristas com deficiência, seu projeto altera o artigo 2º da Lei 7.853.
O projeto será avaliado em duas comissões do Senado: primeiramente, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), onde tramita desde dezembro, e posteriormente na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Nesta última, a matéria será avaliada em decisão terminativa, ou seja, se aprovado, o texto não terá de passar pelo Plenário – a não ser em caso de recurso – e poderá ser enviado diretamente à Câmara dos Deputados.
Trabalho conjunto
A proposta de Ana Amélia se junta a outro projeto de lei, o PL 3.624/2012, apresentado pelo deputado federal Afonso Hamm em abril do ano passado, também do PP gaúcho.
O projeto do deputado visa isentar do pedágio em rodovias federais os veículos que transportem pessoas com deficiência, sejam eles condutores ou passageiros. A matéria tramita na Câmara em conjunto com o PL 4.251/2001, projeto de lei mais antigo que, originalmente, previa a isenção de pedágio para veículos cujos proprietários sejam portadores de deficiência.
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Cadeira de rodas especial para utilização de forma independente a bordo de aeronaves


Para aqueles com deficiências físicas, mover-se pelo interior de um avião durante o vôo pode ser bastante desafiador, o que poderia dissuadi-los de viajar.
A razão é que a largura do corredor na maioria dos aviões é muito estreita (cerca de 43 centímetros) para permitir que uma cadeira de rodas normal com rodas traseiras grandes caiba no corredor. Assim, pessoas com dificuldade de locomoção têm que contar com a assistência dos atendentes para empurrar uma cadeira de transbordo, que somente algumas aeronaves possuem, onde eles são amarrados. Isso vai causar uma sensação frustrante e embaraçosa.
O protótipo Skycare Chair, do estudante de designer Brian Liang, tenta aumentar a independência das pessoas com deficiência de membros inferiores ou de mobilidade ou de lesão medular e outras pessoas que usam cadeira de rodas, trazendo o controle de sua mobilidade para as mãos.
Nesse projeto as rodas são colocadas sob o assento, otimizando a largura para que possa passar nos estreitos corredores dos aviões. O sistema de alavanca de comando manual é retrátil, facilitando a transferência e serve para avançar, retroceder e até mesmo para fazer uma curva.  A cadeira não tem braços para facilitar a transferência. O dispositivo é compacto e dobrável para fácil armazenamento nos compartimentos fechados de aeronaves.
O recorte virtual da Skycare Chair mostra a engenharia envolvida para um funcionamento eficienteO recorte virtual da Skycare Chair mostra a engenharia envolvida para um funcionamento eficiente
Skycare Chair foi projetada para passar nos estreitos corredores das aeronavesSkycare Chair foi projetada para passar nos estreitos corredores das aeronaves
Com o auxílio da Skycare Chair, uma pessoa com dificuldade de locomoção tem uma alternativa para se locomover de forma independenteCom o auxílio da Skycare Chair, uma pessoa com dificuldade de locomoção tem uma alternativa para se locomover de forma independente
Fonte: Brian Liang

Sindicatos assinam acordo para incluir pessoas com deficiência no mercado de trabalho


O Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo (Sincovaga), o Sindicato dos Comerciários de São Paulo e a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP) firmaram em dezembro de 2012 um acordo para estimular e facilitar a inclusão de pessoas com deficiência e reabilitados do INSS no mercado de trabalho. Nesse caso, é cumprido o Artigo 93, da Lei nº 8.213/91, mais conhecido como Lei de Cotas. 
As empresas que fazem parte da categoria econômica representada pelo Sincovaga podem aderir facultativamente ao acordo. Essas empresas terão o compromisso de cumprir as cotas legais de contratação de pessoas com deficiências dentro de prazos estipulados. A partir da assinatura, os prazos serão: 30% da cota em 6 meses; 60% em 12 meses; 80% em 18 meses e 100% da cota em até dois anos. 
De acordo com o Termo de Compromisso, as empresas deverão promover a capacitação profissional das pessoas com deficiência, por meio de treinamentos adequados às necessidades das funções que irão desempenhar. O acordo também prevê a troca de informações sobre vagas disponíveis e cadastro de currículos, ampliando as condições de captação da mão de obra. 
“O respeito a esta reserva de vagas é uma obrigação legal, mas reconhecemos que o processo só se transformará em mecanismo efetivo de inclusão com a articulação de toda a sociedade, em particular as empresas, o Ministério do Trabalho e Emprego e os sindicatos”, afirma o Coordenador do Projeto de Inclusão da Pessoa com Deficiência da SRTE/SP, José Carlos do Carmo. 
As entidades e as empresas que aderirem deverão realizar campanhas internas de valorização da diversidade. Além disso, deverão coibir a discriminação à pessoa com deficiência ou reabilitada, garantindo a ela condições e oportunidades de carreira iguais às oferecidas aos demais trabalhadores. O ambiente de trabalho também deve receber as adequações necessárias, para que se respeite à acessibilidade. 
O Sincovaga contratou uma especialista em programas de diversidade e inclusão no mercado de trabalho, Maria de Fátima e Silva. Ela prestará assessoria à entidade com o objetivo apoiar e orientar as empresas representadas que aderirem ao acordo. “Há mais de 45 milhões de pessoas com deficiência no País. Mesmo que nem todos sejam elegíveis para o trabalho, o volume é expressivo. Se houvesse uma mudança cultural nas empresas, não seria mais necessário ter lei para inseri-los no mercado”, diz Maria de Fátima. 
Para garantir a eficácia do processo de inclusão e avaliar os resultados obtidos será criada uma Comissão Intersindical, com integrantes das duas entidades, das empresas e também da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, que se reunirá mensalmente para realizar um balanço da iniciativa. 


Fonte.http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI330505-17180,00.html